29 novembro 2011

Luto

Meu amigo, filho, irmão, companheiro... Meu cachorrinho mais lindo, morreu na manhã de ontem (28/11/2011). 
A dor é imensurável.
Nero, mamãe te ama!


"Saudade é não saber. Não saber o que fazer com os dias que ficaram mais compridos, não saber como encontrar tarefas que lhe cessem o pensamento, não saber como frear as lágrimas diante de uma música, não saber como vencer a dor de um silêncio que nada preenche."
(Martha Medeiros)

16 novembro 2011



  

Tô feliz!
Tô empolgada pra caramba!!
Genteee, me segura que a ansiedade está me matando!
Amanhã faço a prova teórica para tirar a habilitação.
Aiiiiiin, que nervoso!!!!

Pra ajudar, me colocaram no primeiro horário.
Isso significa que euzinha terei que madrugar... Provitcha às 7h. 
 Senhor me ajude!

Eu tô que tô, minha gente.

Quero aproveitar e agradecer as visitas, ao carinho que venho recebendo através de email, recados ou somente por quem chega aqui no meu espacinho, lê meus textos, se identifica e segue seu dia um pouco mais inspirado!
Obrigada de verdade!
Vocês estão me fazendo ter vontade de escrever cada vez mais e manter esse blog sempre atualizado.

Beijos, 
Tassya.

11 novembro 2011

Por você!



"Apaixone-se por alguém que te curte, que te espere, que te compreenda mesmo na loucura, por alguém que te ajude, que te guie, que seja teu apoio, tua esperança. Apaixone-se por alguém que volte para conversar com você depois de uma briga, depois do desencontro, por alguém que caminhe junto a ti, que seja seu companheiro. Apaixone-se por alguém que sinta sua falta e que precise de você. Não apaixone-se apenas por um corpo ou por um rosto, ou pela ideia de estar apaixonado."
(Autor desconhecido)


Conclusão: Apaixone-se em primeiro lugar por você!



Faz tanto tempo que não atualizo que já estou me sentindo relapsa. 

Já perdi as contas de quantos textos em rascunho possuo no arquivo desse blog. São textos iniciados, alguns terminados, outros corrigidos e criticados (por mim), alguns que eu simplesmente achei pessoal demais para torná-lo publico, outros tão subjetivos e sem pé nem cabeça que simplesmente achei melhor ignora-los e não publica-los.

Mas por que não os deleto?
São como filhos. Criações únicas. Tenho ciumes e amor por cada um dos textos que fiz. 
Todos tem muito de mim, da minha história, do meu dia, das minhas horas.
Gosto de simplesmente procurar em cada um deles a coragem que me faltou, ou a audácia exagerada na hora inesperada.

As pessoas não precisam nem se dar o trabalho de me julgarem, a não ser que queiram se arriscar ou simplesmente se divirtam praticando um esporte tão inútil quanto esse (tsc, vai saber!).]
Sou complexa. Não existe uma fórmula que possa me definir. Eu me dou o direito de mudar sempre que quero. Assim como escolho manter aquilo que acho imutável em mim.
Posso me vestir de cor de rosa e quase parecer uma boneca de pano com cheirinho de morango quando estou afim. Mas não se surpreenda se me encontrar com um vestido preto colado, um salto agulha tamanho 15, cabelos soltos, olhar marcado e um perfume que cheira a pecado.
Nada me define, a não ser meu nome, meu estado civil e talvez a genética que carrego dentro de mim. 

Por isso, quando eu sentir saudades de como eu era, sempre terei um pouco do que fui gravado nos arquivos do meu diário. 
E quem sabe, escrever sobre o que sou me ajude a entender porque está sendo tão difícil definir o que eu quero ser.
Vai saber... 
A unica coisa que eu espero de mim é nunca parar de escrever!


Tassya Bastos.

08 novembro 2011




Você é os brinquedos que brincou, as gírias que usava.Você é os nervos a flor da pele no vestibular, os segredos que guardou. você é sua praia preferida, Garopaba, Maresias, Ipanema. Você é o renascido depois do acidente que escapou, aquele amor atordoado que viveu, a conversa séria que teve um dia com seu pai. Você é o que você lembra.

Você é a saudade que sente da sua mãe, o sonho desfeito quase no altar, a infância que você recorda, a dor de não ter dado certo, de não ter falado na hora. Você é aquilo que foi amputado no passado, a emoção de um trecho de livro, a cena de rua que lhe arrancou lágrimas. Você é o que você chora.

Você é o abraço inesperado, a força dada para o amigo que precisa. Você é o pelo do braço que eriça, a sensibilidade que grita, o carinho que permuta. Você é as palavras ditas para ajudar, os gritos destrancados da garganta, os pedaços que junta. Você é o orgasmo, a gargalhada, o beijo. Você é o que você desnuda.

Você é a raiva de não ter alcançado, a impotência de não conseguir mudar. Você é o desprezo pelo o que os outros mentem, o desapontamento com o governo, o ódio que tudo isso dá. Você é aquele que rema, que cansado não desiste. Você é a indignação com o lixo jogado do carro, a ardência da revolta. Você é o que você queima.

Você é aquilo que reinvidica, o que consegue gerar através da sua verdade e da sua luta. Você é os direitos que tem, os deveres que se obriga. Você é a estrada por onde corre atrás, serpenteia, atalha, busca. Você é o que você pleiteia.

Você não é só o que come e o que veste. Você é o que você requer, recruta, rabisca, traga, goza e lê. Você é o que ninguém vê.

(Martha Medeiros)