19 dezembro 2011

Ao revoir...


Sabe aquela antiga sensação de querer jogar tudo para o alto???
Saudades de risadas altas, madrugadas intermináveis, piadas internas e a sensação de que ninguém poderia abalar meu mundinho.

Eu devia ter construídos muros altos e fortes como havia me prometido... Ficou para próxima.
Será que é possível se enganar tantas vezes seguidas??? A resposta para essa pergunta já me foi dada há tempos, mas a teimosia existente me faz insistir sempre mais uma vez.
A verdade é que o cansaço já tomou conta, e a bem da verdade, a  fé no impossível foi tomar um chá com a saudade.
Eu devo estar em processo de  desequilíbrio emocional. Na verdade, estou começando achar que o equilíbrio emocional está voltando novamente.
Isso é bom???
Não sei
Depende
Pra quem?

Tudo começa a não fazer sentindo quando o repertório musical começa a mudar, as noites não parecem tão solitárias assim (a não ser pela ausência de luzes, pulseiras vips e open bar), os vestidos voltam a encurtar, os saltos começam a subir e a vontade de mandar tudo a m**** é 1000 vezes mais instigante que tomar um sorvetinho no domingo de tardinha.

Estou começando a não sentir saudades
Estou começando a voltar sentir saudades

Acho que o mistério está escondido nas mentiras que não foram contadas. Talvez se eu volta-se atrás e procura-se por elas... Não, esquece. Além de ser tarde demais eu também não quero mais.
...
Parei de escrever, fiquei um pouco pensativa (novidade?) e por incrível que pareça dessa vez não chorei.
A risada veio fácil quando pensei no que antes doía e hoje me faz enxergar quantos murros eu dei atoa.
Felizmente estou conseguindo exorcizar os sentimentos. Nem sei se vai sobrar alguma coisa. Eu acho que ainda posso me machucar mais se eu quiser. Mas, eu quero?
Eu devo ser uma idiota por ainda me preocupar, sonhar e desejar. Minha sorte que a validade está quase vencendo e logo logo nada mais vai surtir efeito.
O triste é saber que quando for tarde demais eu vou ganhar o que passei desejando por algum tempo.
Mas, a dor não será mais minha!

Que alivio. Talvez eu já devesse desejar sorte e vida longa.
Mas vou deixar que cada um resolva e cuide de suas próprias feridas.
Hoje eu só posso me ocupar de mim.
A verdade é não estou me preocupando com mais nada.
Na verdade tudo está muito divertido e começando a fazer muito sentido!
Boa sorte para quem segue, agradeço a companhia, mas dá licença que é a minha vez de sentar na janelinha!

 Tassya Bastos.        

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