19 outubro 2010

“Vontade gêmea de ficar. E não pensar em nada...”

Dias de chuva.
Que vontade de ficar deitada só mais um pouquinho escutando o barulho da chuva, o vento fresquinho que entra pela janela do quarto, a cama confortável e o travesseiro que abraça o corpo e proporciona uma sensação de calmaria e bem estar.
Aí, acordo com o celular despertando pela quarta vez. Aperto mal humorada o botão que faz calar a boca do cantor David Guetta. Penso em ficar deitar só mais cinco ingênuos minutinhos, mas desisto dessa idéia, que com toda certeza só vai me atrasar. Levanto, me espreguiço, olho pela janela... chuvinha boa... hora de ir trabalhar! Como um ser humano normal, participo de todo ritual matinal. Me arrumo e sigo para as minhas obrigações diárias.
O dever me chama e eu tenho que ir atender a criatura.
E assim, na frente de uma tela de computador, atendendo ligações e editando documentos, se vão 8 horas do meu dia chuvoso e tranqüilo. Tudo bem que se fosse um sábado chuvoso eu ficaria muito fula da vida e tudo o que eu menos iria querer é ficar deitada na cama, mas é terça minha gente... E está tão longe da sexta-feira! =/

Affe.
Nada do que eu queria escrever aqui foi escrito.
Droga... mais um post sem sentido!

Prometo que no próximo estarei debatendo sobre “a estrutura de uma célula embrionária”, “cosmologia”, “Dilma x Serra”,  “como ensinar seu papagaio falar”, etc.

Tassya.

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