28 outubro 2010



Uma caixinha de surpresas...

Começar um dia sem saber o que vai acontecer é a maior aventura na vida de uma pessoa.
Sim, existe a rotina diária – acordar, trabalhar, almoçar, trabalhar, casa, dormir – mas, na verdade onde estão às vírgulas deveriam estar enormes pontos de interrogação. Pois, na realidade, você espera que o seu dia siga o script da rotina normal, mas se isso realmente vai acontecer não depende de você.
Fazer planos é algo tão normal e habitual, mas eu deixei de fazer isso há algum tempo já. Não digo planos profissionais (esses inclusive, fazem minha cabeça dar um nó... são tantos), me refiro a projetos pessoais...

Sonhar? Ok, até tenho uns sonhos bonitinhos de vez em quando, mas deixei de colocar expectativas em cima deles, transformá-los em planos e ir atrás para realizá-los. Foram tantas provas de que “se algo” não depende só de você para se cumprir, melhor esperar o destino resolver e acertar tudo.
Deixar nas mãos do destino (futuro) é cômodo, prático e seguro. Você tira a responsabilidade de suas mãos e coloca em jogo a sua felicidade. É uma troca de favores e nem sempre é garantia do sucesso, pois é como se você deixasse o futuro profissional, por exemplo, nas mãos do acaso...
Mas quem é o “acaso”? Você deixaria o seu futuro profissional nas mãos de quem você nem conhece, nem sabe o rosto?
Pois é... talvez, seja mais fácil entregar a vida pessoal, algo sem muita importância, né!?

“O que tiver que ser, será”. Já tive tanta raiva dessa frase, até porque minha fase Xuxa –Lua de Cristal, já passou faz tempo... mas, nos últimos tempos tenho escutado tanto, que passou a fazer sentido.
Por isso, eu sigo os bordões que existem por aí: “Deixo a vida me levar”, “Deixar acontecer naturalmente”, “Devagar, devagarzinho”... etc.

Se sou feliz agindo dessa forma?
De que importa? É o destino que quis assim...

Tassya.

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